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segunda-feira, 11 de abril de 2016

Accept no Imperator - como foi o show

Fazia tempo que uma noite de heavy metal não tomava conta do Imperator como no último sábado, 09 de abril de 2016. O Accept atraiu seus fãs e deu uma aula de heavy metal e de empatia entre banda e público, num dos melhores shows dos últimos anos em terras cariocas!

sábado, 2 de abril de 2016

Accept no Brasil - provável set list

Os mestres do heavy metal teutônico estão de volta! Depois de duas apresentações no ano passado, incluindo um belo show no festival Monsters of Rock, o Accept retorna ao Brasil para sua própria turnê, passando por São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Manaus e Curitiba. Vamos conferir o provável set list que será praticado nos shows!

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Pride & Glory - O Heavy Metal Sulista de Zakk Wylde

Todo mundo conhece o rock sulista norte-americano, aquele capitaneado pelos Allman Brothers e o Lynyrd Skynyrd. E todo mundo também conhece Zakk Wylde, durante vários anos guitarrista da banda de Ozzy Osbourne e líder do Black Label Society. O que pouca gente conhece é a banda Pride & Glory e seu único disco, homônimo. Menos ainda sabem é que Zakk tentou, neste disco, uma mistura inusitada do heavy metal que ele sempre praticou com suas raízes sulistas do rock. Este post busca falar um pouco deste álbum.

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Motörhead - The Wörld Is Yours - Mais um grande petardo!


Vamos falar hoje sobre o último lançamento do Motörhead, que tocará para nós brasileiros em abril (São Paulo, Curitiba e Florianópolis) e setembro (Rock In Rio, dia metal) deste ano - confira nos links do blog a agenda de shows internacionais para 2011. The Wörld Is Yours, vigésimo disco da carreira da banda, é mais um petardo de primeira de Lemmy e cia, provando que a banda ainda é bem relevante e trará mais um show de qualidade para nossas terras.


segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

2011 - Shows já Confirmados

No post anterior, comentamos sobre a avalanche de shows interessantíssimos deste ano. Agora, vamos conferir os diversos shows já confirmados para o ano de 2011. Muita coisa boa vindo por aí, preparem suas economias!!


quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Retrospectiva de Shows em 2010

2010 foi um ano excelente em termos de shows. Tivemos grandes bandas nos visitando pela primeira vez, novamente, turnês de despedida, enfim, shows para todos os gostos. E o próximo ano já tem excelentes shows agendados. Vamos dar uma passada pelos shows passados em 2010;  no próximo post a gente fala sobre os espetáculos para o ano que vem.


quinta-feira, 13 de maio de 2010

Deep Purple - Uma das Bandas da Santíssima Trindade do Rock

Quem é antigo escutando rock e é familiar com as origens do estilo, conhece o termo "Santíssima Trindade do Rock". Este termo se refere a três bandas que surgiram no final dos anos 60/começo dos anos 70, e tiveram um papel fundamental na música que seria feita dali pra frente. Praticamente toda a banda atual (banda decente, claro...) revela a influência de pelo menos uma destas bandas, isso quando não se declara influenciada pelas três. Estamos falando de Black Sabbath, Deep Purple e Led Zeppelin. Não foram citadas aqui em ordem de grandeza, importância ou qualquer outro quesito. Apenas em ordem alfabética. Importante citar isto, pois os fãs mais xiitas destas bandas costumam defendê-las com unhas, dentes, facas, granadas e demais armas disponíveis. Eu me declaro fã incondicional das três bandas. Adoro muito as três, já tive preferências por uma (não declararei qual, claro...) e reconheço qualidades e defeitos nelas. Já falei (principalmente) das qualidades e dos defeitos do Black Sabbath há alguns posts atrás, agora chega a vez do Deep Purple.

Meus primeiros contatos com o Purple foram escutando os principais clássicos na saudosa Fluminense FM. Mas o que realmente me cativou e me fez adorar a banda foi ver o clipe de "Highway Star". Aquele clipe tosco e mal gravado guarda toda uma magia: Ritchie Blackmore usando chapéu de bruxo, John Lord balançando seu teclado pra lá e pra cá e Ian Gillan liberando toda a potência de sua garganta de ouro foram determinantes para me conquistar. Após estas palavras, deu pra perceber meus componentes preferidos, aqueles que definem o som da banda. Um som inconfundível, maravilhoso, que marcou minha juventude. Deu pra perceber também minha formação preferida da banda: a Mk2. Mk2? Que porra é essa? Simples, segunda formação da banda. A primeira, que lançou 3 discos no final dos anos 60, tinha outro baixista e outro vocalista. Viria a conhecer os discos desta formação posteriormente. Antes, conheci a Mk3, que me revelou mais dois grandes talentos: David Coverdale e Glenn Hughes - este último também um componente preferido por este escriba que tece estas toscas palavras.

Em termos de discos, o primeiro que ouvi foi o ao vivo "Nobody's Perfect", com os clássicos em belas versões, mas gravado já nos anos 80. Claro que adorei e, como bom curioso colecionador, parti para os discos clássicos da Mk2: "In Rock", meu preferido, um dos melhores discos de todos os tempos, aquele disco que marcou a vida de quase todo o roqueiro dos anos 70/80/90. "Machine Head" é outro disco maravilhoso, praticamente composto apenas de clássicos. "Fireball" é outro petardo sensacional e "Wo Do We Think We Are" fecha com composições inspiradas mas a banda já estava em tensão. Não nos lamentemos, pois veio a Mk3, que soltou dois discaços: "Burn" e "Stormbringer", adoro muito ambos. Mais tensão, veio a Mk4 e o "Come Taste The Band", um bom disco que acabou sendo marcado por ser o último antes de um hiato de oito anos.

Oito anos de Rainbow para Blackmore (alguns anos de Rainbow para Roger Glover também...), carreira solo para Ian Gillan, alguns anos de Whitesnake para Ian Paice e John Lord e eles se cansaram. Ou faltou dinheiro, tanto faz, eles voltam a gravar e excursionar juntos, gravando o bom disco "Perfect Strangers". A faixa-título é maravilhosa e vale excelentes momentos nos shows. Mais um disco mediano gravado ("The House Of Blue Light") e mais tensão (como eles gostam de brigar!!): sai Gillan, entra Joe Lynn Turner. Quem ?? Lógico, ex-vocalista do Rainbow justo na época em que Roger Glover esteve na banda. "Slaves And Masters" é um disco mediano que qualquer fã do Purple tem o direito de estranhar. Eu falei alguns parágrafos acima que Gillan, Blackmore e Lord definem o som da banda. Quando um sai, o bicho pega. Durante o Mk3, foi preciso dois vocalistas para cobrir o monstro Gillan. O Turner até que é bom vocalista, mas soou estranho no Purple. Não deu certo. Uma pena que foi esta a formação que veio pela primeira vez ao Brasil, em 1991. Acabei não indo (tava sem grana também, claro). Mais uma vez o Gillan voltou, soltaram mais um disco mediano ("The Battle Rages On") e dessa vez a briga é feia. Quem sai é o Blackmore. O que eu falei? Saiu um dos que definem o som da banda! Nunca é possível substituir o Blackmore a altura. Pra turnê, chamaram o Satriani. Chegaram a excursionar e tudo. Ah, mas o Satriani tinha compromisso com a gravadora. Que merda! Satriani é um de meus guitarristas preferidos e caía bem no Purple. Mas não pôde... Chamaram então o Steve Morse. E com esta formação, que deve ser considerada o quê? Mk6? Esta formação lançou um bom disco ("Purpendicular") e também veio ao Brasil e dessa vez tive o prazer de vê-los. Um show maravilhoso, cobrindo os clássicos e mostrando excelente performance dos músicos. Morse se provou um bom substituto e também fez uma ótima performance.

Depois de mais um disco de estúdio ("Abandon") e mais uma turnê no Brasil, disco com orquestra e mais turnê, saiu o John Lord. Epa !! Com esta saída, são dois dos que definem o som da banda fora. Fiquei descrente, deixei inclusive de ir a show deles que rolou. Acabei indo no show de 2008, gostei do show, o Don Airey, seu substituto, fez um bom trabalho (tem bom currículo - já passou por Rainbow, Ozzy e já gravou com Sabbath e Priest), mas ficou faltando a figura mística de John Lord.

O Deep Purple hoje em dia não tem mais importância, apenas excursionar e matar a saudade de nós, jovens velhinhos que os adoram. Mas o legado deixado por esta banda garante muitas horas de excelente música, nos deixou excelentes músicos e também muitas memórias. Viva o Purple !!

terça-feira, 16 de março de 2010

Dream Theater - Heavy Metal Progressivo de Primeira

Chegamos à letra D. Tanta coisa importante na letra d... Deep Purple, Dead Kennedys, Death, Dire Straits. Mas esta semana teremos show (finalmente um show decente no Rio!!) de uma importante banda formada no começo dos anos 90, então vamos aproveitar este post para falar sobre os meus discos deles. Estamos falando do Dream Theater, banda americana de heavy metal progressivo que vem crescendo em popularidade (que bom!) recentemente, mas eu já os conheço há algum tempo.

Apesar de ter lançado seu primeiro disco no final dos anos 80 (1989 - "When Dream And Day Unite"), eu só fui conhecê-los em 1995, quando o amigo Walber começou a falar sobre uma banda que tinha um baterista tão bom quanto Neil Peart. Entre outros boatos, este foi decisivo para eu correr atrás de seus discos. Comecei pelo "A Change Of Seasons", e já pelas covers escohidas, percebi que se tratava pelo menos de uma banda muito bem influenciada (Zeppelin, Purple, Queen, Kansas, Floyd, etc). Mas o destaque do disco era uma faixa de 23 minutos. A faixa-título tem tantas mudanças de tempo, tantas nuances, que cativa quem a escuta. Foi a deixa para me instigar a conhecer mais a fundo o trabalho da banda.

Aproveitei uma feira de venda de CDs no Riocentro (alguém lembra disso? aconteceu dois anos seguidos e depois nunca mais...) para adquirir os dois clássicos "Images And Words" e "Awake". Inicialmente preferi o segundo, mais pesado e direto. Mas, com o tempo, o primeiro se tornou um grande clássico da minha coleção, com peso, melodia, grande qualidade musical e composições excelentes.

Muita gente não gosta do "Falling Into Infinity", mas ele tem músicas excelentes, incluindo as baladas. A minha preferida é a Metallica-like "Peruvian Skies" (tanto que ao vivo eles encaixam riffs do Metallica - "Enter Sandman" e "Wherever I May Roam"). "Anna Lee" também é uma das minhas preferidas, e acabei gostando mais desta música pelo CD de natal de 1998. Aliás, este cd tem versões cover muito interessantes, destaque para "Bad", do U2, e "Goodbye Yellow Brick Road", do Elton John.

A esta altura, eu tinha perdido um show do Dream Theater no Imperator, no final de 97. Não pude perder o show do Monsters of Rock de 98, que contou com um elenco de bandas impressionante (Slayer, Megadeth, Saxon, Savatage, Glenn Hughes, Korzus, Dorsal Atlântica). O show deles foi parecido com o disco ao vivo "Once In A Livetime", só que bem mais reduzido. Foi um belo show, mas ficou um gostinho de quero mais... Vendo o show também ficou claro que o tecladista não estava no mesmo tom que o resto da banda. Batata: ele saiu e foi substituído por Jordan Rudess, que já tocava com os caras, mas em um projeto paralelo de música instrumental excelente chamado Liquid Tension Experiment. O cara encaixou redondo na banda e está até hoje. E entrou para gravar o melhor disco do Dream Theater...

"Scenes From A Memory" foi concebido inicialmente para ser uma continuação de "Metropolis" (faixa do disco "Images And Words"), mas acabou sendo muito mais. Um álbum conceitual excelente, que você escuta com prazer do início ao fim e acabou gerando uma grande turnê, disco ao vivo e o primeiro dvd da banda. Uma pena que esta turnê não passou aqui no Brasil, pois eles tocaram o disco todo na turnê. Só fomos ter este privilégio (na verdade, só os paulistas tiveram este privilégio...)  no final de 2005. Enfim, este disco transformou o Dream Theater, dentro de minha humilde opinião, em uma grandiosa banda.

Os discos seguintes foram confirmando a grandiosidade, em especial o "Train Of Thought". Neste disco, a banda flerta com um som bem mais pesado, claramente influenciado por Metallica - a primeira faixa, "As I Am", é um exemplo claro disso - mas mantendo a qualidade sonora e diversas características que sempre definiram o som deles. Este é outro disco que gosto muito do Dream Theater. O DVD "Live At Budokan" foi gravado nesta turnê e retrata um excelente show. Vendo estes shows e discos lançados, a expectativa por um show deles foi só aumentando...

A banda ainda lança mais um disco, "Octavarium" (ao ser lançado, fiquei um pouco desapontado, mas depois, ouvindo com mais calma, acabei gostando mais deste disco; claramente, é inferior ao excelente disco anterior. "Panic Attack" é o meu destaque para este disco), antes de anunciar uma turnê sulamericana. Felizmente, nesta turnê a banda nos presenteou com um grandioso show, de mais de 3 horas de duração, abrangendo sucessos e novas canções, solos, tudo que tínhamos direito. E casa cheia, afinal a banda não dava as caras desde 1998.

Mais um disco, mais uma turnê: "Systematic Chaos" é mais pesado que seu antecessor, mas continua com longas suítes, grandiosos solos, as características marcantes da banda. Deste disco eu gosto especialmente da faixa "The Dark Eternal Night", pesada e sombria, além da mais conhecida "Constant Motion". Felizmente, a América do Sul e o Brasil estão no itinerário e eles tocam mais uma vez aqui, fazendo um show não tão longo, mas igualmente eficiente e competente.

O novo disco, "Black Clouds & Silver Linings", continua a sequência de flertes com sons mais pesados, temos Portnoy fazendo vocais mais "guturais" em contraste aos vocais de LaBrie; temos suítes longas, beirando os 20 minutos; e temos alguns covers interessantes que foram incluídos em uma versão completa do disco; destaque para "Stargazer", do Rainbow, e "To Tame A Land", do Iron Maiden. Turnê conrfirmada novamente para o Brasil, Rio de Janeiro felizmente incluído. Sábado, 20 de março de 2010, mais um capítulo da história do Dream Theater será escrito, e nós cariocas, roqueiros, incansáveis sofredores raríssimos, teremos o prazer de participar. Todos ao Citibank Hall, o Dream Theater merece !!

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